
INSCRIÇÕES ENCERRADAS
Local das aulas:
Museu Nacional da República (Eixo Monumental, próximo à Catedral e à Rodoviária)
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ATENÇÃO:
As inscrições para a Fase 2 se iniciam em setembro.






Módulo 1 – Cinema Silencioso: investigará desde o chamado “cinema das origens”, no séc. XIX, até as grandes transformações operadas por cineastas revolucionários como Griffith, Eisenstein e Murnau, procurando entender a natureza própria da tela silenciosa.
Módulo 2 – Cinema Contemporâneo: como o cinema de hoje procura alternativas para decodificar as complexas realidades nas quais estamos inseridos. Desde os filmes de super-heróis em Hollywood até os radicalismos estéticos do novo cinema oriental.
Módulo 3 – Documentário Clássico: a linguagem documental desde seus primórdios até a consolidação do padrão clássico, ordinal e referencial.
Módulo 4 – Poéticas Contemporâneas: como a videoarte e o cinema experimental contribuem para renovar a linguagem cinematográfica e propor desafios à consciência e ao imaginário audiovisual.
Módulo 5 – Cinema Clássico: busca entender como se formou a tradição clássica hollywoodiana e de outros países. Que aspectos ideológicos e de linguagem formataram esta tradição? O Cinema clássico ao redor do mundo: Howard Hawks nos EUA, Yasujiro Ozu no Japão, Jean Renoir na França, entre muitos outros. Gêneros clássicos: faroeste, filme noir, melodrama.
Módulo 6 – Cinema Moderno: a partir do neo-realismo italiano nos anos 40 e 50, o cinema dos anos 60 reinventa as vanguardas e radicaliza padrões estéticos e ideológicos precedentes. As “novas ondas”, chefiadas pelos franceses (Godard, Truffaut, Resnais), percorrem o mundo: Brasil (Glauber Rocha, Sganzerla), Itália (Fellini, Antonioni), Alemanha (Herzog, Wenders), entre outros.
Módulo 7 – Documentário Contemporâneo: as radicais transformações que o formato documental passou através dos anos e sua atual tendência a questionar o formato “clássico” e descobrir formas inusitadas de reavaliar o conceito de “documentar”.
Módulo 8 – Cinema de Brasília: o percurso da linguagem cinematográfica na cidade, desde os primórdios até a bem-sucedida configuração como “pólo de cinema” e a criativa produção atual.
01/07: Lírio Partido (Broken Blossons). EUA, 1919. 102 min. Dir.: D.W. Griffith – Considerado o filme mais intimista e despretensioso de D.W. Griffith (o homem que formatou a narrativa clássica do cinema) – e por muitos o seu melhor – , Lírio Partido conta a história de uma jovem pobre de Londres (Lillian Gish, em seu papel mais famoso) que se apaixona por um imigrante chinês.
08/07: O Livro de Cabeceira (The Pillow Book). Inglaterra, 1996. 123 min. Dir.: Peter Greenaway – Procurando fazer uma aproximação obsessiva entre o texto literário, o corpo e o próprio cinema, o filme conta a história de uma jovem japonesa que busca realização intelectual e erótica procurando homens que pintem poemas em seu próprio corpo. Explorando exaustivamente a metalinguagem, O livro de cabeceira é ao mesmo tempo encantador e perturbador.
15/07: O Pântano (La Ciénaga). Argentina. 2001. 100 min. Dir.: Lucrecia Martel – Este filme abre a década de 00 para toda uma sequência de filmes latino-americanos que abordam a classe média e a intimidade familiar. Realizado sob uma estética crua e hostil, conta a história dos complicados conflitos de duas famílias argentinas que passam uma temporada juntas.
22/07: Eu, Um Negro (Moi Un Noir). França, 1958. 73 min. Dir.: Jean Rouch – Um dos mais importantes trabalhos do documentarista Jean Rouch, que solidificou os modelos de cinema-verdade e cinema etnográfico, este filme retrata a vida de dois imigrantes nigerianos que procuram algum futuro na cidade de Treichville, na Costa do Marfim, revelando as disparidades da modernização na África, já nos anos 50.
29/07: The Passing. EUA, 1991. 54 min. Dir.: Bill Viola – Considerado o mais importante filme experimental das últimas décadas, The passing realiza uma imersão espiritual nos temas do nascimento, da vida e da morte. Fugindo da narrativa e penetrando no universo da sensação e do simbólico, Bill Viola criou uma experiência inquietante para o espectador comum de cinema.
11/11: O Homem Que Matou o Facínora (The Man Who Shot Liberty Valence). EUA. 1962. 119 min. Dir.: John Ford – Clássico crepuscular do faroeste, este filme projeta o gênero para a modernidade, fazendo uma revisão crítica das lendas e do imaginário que circundam o velho oeste. Utilizando dois dos expoentes máximos do gênero, John Wayne e James Stewart, Ford narra a história do senador que, anos após o ocorrido, resolve revelar a verdade sobre a morte do facínora Liberty Valence.